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terça-feira, 20 de setembro de 2016

ki-recomenda: Amar e ser livre








Amar e ser livre - As bases para uma nova sociedade
Autor: Sri Prem Baba 
Editora Harper Collins BR









Ok, eu poderia recomendar simplesmente isso "ame e seja livre", já seria válido, mas a dica de hoje é de um livro, bem bacana, que fala sobre a construção de relacionamentos saudáveis, sob aspectos psicológicos e, de certa forma, até mesmo espirituais. 

Escrito pelo guru Sachcha (linhagem religiosa indiana), o brasileiro, Sri Prem Baba, o livro fala sobre as amarras que trazemos em nossas vidas desde a infância e como elas influenciam nos nossos relacionamentos afetivos e sexuais. Em uma sociedade em que os relações são tão descartáveis e viciadas, o texto de Prem Baba e serve como um guia para que o leitor aprenda a se preparar para de fato "amar e ser livre".

Entre tantos pontos abordados, fala-se muito do amor próprio e da capacidade de amar mesmo que sem a reciprocidade do outro e, ainda assim, conseguir lidar com tal situação sem sofrimento. 

Eu conheci esse livro por meio de minha psicóloga, a querida Ciça Alves, e devorei todas as 130 páginas em apenas uma semana (e gostei tanto que reiniciei a leitura em seguida)! Embora ele seja carregado de conceitos, tem também uma leitura bastante fácil e gostosa, além de ser bastante pertinente ao momento que vivemos hoje: pessoas com medo de criar vínculos afetivos, relacionamentos construídos à base de mentiras e dominação, predominando mais o envolvimento sexual do que o carinho e cuidado com o outro. 

Tenho recomendado essa leitura para todos os amigos, pois há tempos noto o quanto essa questão afetiva tem gerado discussões nas mesas de bar e como as queixas de todos são semelhantes no que diz respeito ao não entendimento das dinâmicas dos relacionamentos (assunto para ~vários~ outros posts).

Percebo, por experiência própria e pela observação desses amigos que, talvez, o "problema" esteja em nós mesmo, que, sem percebermos, sabotamos nossos relacionamentos, seja por medo ou por questões ligadas ao nosso passado e que ficaram marcadas no nosso subconsciente. 

A leitura desse livro me ajudou muito a clarear algumas ideias sobre mim mesma e as relações que tive e e tenho certeza que pode ajudar muitas outras pessoas também, estejam elas solteiras, para que se dediquem a buscar uma relação mais assertiva, ou comprometidas, caso, embora tenham um par, possam não se sentirem completamente satisfeitas com o relacionamento.

Quem ficou curioso e quiser saber mais sobre o livro antes mesmo de comprá-lo, pode conferir esse vídeo no qual o autor comenta um pouco de sua inspiração para escrevê-lo e explica melhor alguns conceitos abordados. É  um pouquinho longo, mas vale a pena!


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Camphill Worldwide - Programa de Voluntariado Internacional


Contei lá no canal do youtube sobre o livro que eu e minhas amigas demos para a Pri que foi morar na Irlanda, mas, como o programa que ela está participando é bem interessante, resolvi compartilhar aqui com vocês um pouquinho sobre ele também.

A Pri é formada em psicologia e, depois da faculdade, ela resolveu que queria ter uma experiência diferente e descobriu na internet um programa de trabalho voluntário internacional chamado Camphill, onde as pessoas se candidatam para trabalhar em comunidades de pessoas deficientes ao redor do mundo.

O programa é aberto para todas as pessoas, ou seja, não é necessário ter uma formação como a dela (que no caso foi um plus que veio MUITO a calhar), e eles têm campus não só na Irlanda, mas também na Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Índia, França, Alemanha e mais uma porção de lugares.

Vou contar o que a Pri nos contou do programa dela, na cidade de Callan, não sei se é igual em todas as unidades: o Camphill são comunidades que abrigam pessoas com necessidades especiais (esquizofrênicos, autistas, pessoas com down, cadeirantes etc.); essas pessoas moram em casas nessas comunidades e e, junto com eles, moram os voluntários de todo o mundo que ajudam no cuidado dos internos, nas oficinas realizadas e na manutenção da casa. No Camphill de Callan a Pri vai lidar com adultos, mas existem também comunidades para crianças e idosos.  

O voluntário mora na comunidade, portanto não existe despesa de hospedagem ou alimentação. Além disso, pelo menos no caso da Pri, vai rolar uma ajuda de custo de 50 libras por mês. É bem pouco, mas já ajuda para comprar alguma coisa ou sair num dia de folga: eles têm 1 folga por semana e o programa tem no mínimo 9 meses.

Quem se interessar, pode acessar o site do programa e escolher qual a região que acha mais interessante atuar: http://camphill.net/ 

Ah, é claro, existe todo um formulário e entrevista de admissão antes de realmente poder integrar o Camphill, mas aparentemente não é nada mais complicado do que qualquer outro intercâmbio. 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Quando o sonho se torna realidade...




... E você está até tonta sem acreditar em tanta felicidade ...

É eu sei... eu ando sumida do blog sim, mas juro, não é a famosa "preguiça", aliás, a razão é essa belezura que vocês veem na foto aqui em cima... 

Agora eu tenho um filho pra cuidar! Um filho que eu quero criar para o mundo e, para ele ganhar o mundo, eu sumi por uns tempos... Meu livro, meu sonho realizado, meu #ProfissãoFamoso.

Confesso que ainda não caiu direito a ficha, o que é bem estranho, visto que tenho trabalhado nele desde 2012... Há alguns meses, a Editora E-papers me mandou a prova final do livro e as coisas começaram a tomar forma... 

Fiz página no face e enchi de teaser, fiz cartão de visitas (pra mim e pro papai - que é história para outro dia), site e tudo está correndo tão rápido que nem tudo está saindo como eu imaginava! ESTÁ MELHOR!!!! MUITO melhor! As coisas se deram uma atropelada, mas eu estou feliz demais, pedi que os caminhos se abrissem e eles estão se arreganhando! OXALÁ!

Quinta rola uma palestra sobre o livro... Minha barriga está revirando de ansiedade, mas eu sei que vai dar tudo certo. Estamos negociando a noite de autógrafos também e... caramba!!! Quantos agradecimentos a fazer...

Passei rápido, apenas para dar uma satisfação do meu sumiço e fazer aqui uma promessa de que eu vou voltar SIM!

Tudo começou aqui nesse blog... Não quero e não vou abandoná-lo, mas tenham um pouquinho de paciência comigo e me acompanhem nas páginas do #ProfissãoFamoso por enquanto vai?

Ahh! E claro, comprem o livro... Vamos ajudar com o leitinho das crianças!!! 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

De: Julieta | Para: Romeu

Querido Romeu,

Acordei pensando em você e lembrei do nosso primeiro encontro. Foi no dia em que descobri que existia amor à primeira vista. Nossas conversas, nossos beijos e nossa primeira noite juntos... Ainda que estivéssemos nos conhecendo aos poucos, era como se eu já te conhecesse por toda a minha vida!

Esta noite, no meu sonho, te vi em vestes antigas, tais quais as que eu utilizava. Era como de séculos passados, tempos medievais. Me perguntei se era você um amor de outras vidas... Não sei se existem outras encarnação, mas se existir, acredito já termos nos amado em outras vidas. Talvez isso explicasse nossa imediata empatia.

E, se nosso amor é assim antigo, como terá sido nossa história das outras vezes. Quantos encontros e desencontros fazem parte do nosso destino?

Certa vez você me disse que não ia esquecer de mim jamais. Mesmo que não ficássemos juntos, você ia se lembrar, porque eu era a primeira poetisa que você havia namorado e você sempre sonhara com uma. Eu ri e, mesmo achando aquela conversa charme puro, acreditei. Aí eu te pergunto agora: você ainda pensa em mim?

É, Romeu, se nosso amor vem de outras vidas, será que esse encontro é apenas mais um capítulo dessa trajetória? Será que ainda nos reencontramos? 

Essas palavras possivelmente não chegarão até você. Onde está você? Mesmo que não tenha mais sua presença, você e nosso amor ainda vivem em mim.

Vou recomeçar. Vou matar o que ainda vive, já que o desencontro marcou essa caminhada.

Quem sabe em outro tempo um novo encontro possa nos unir? Quem sabe em outro tempo o final feliz ainda esteja por vir?

Te amei. Amo e amarei.

Da sempre sua, 

Julieta.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Wish list - Bienal do Livro SP


Entre os dias 09 a 19 de agosto vai rolar a Bienal do Livro em São Paulo. Frequentadora assídua, de dois em dois anos vou ao Anhembi, fico enlouquecida querendo TUDO e volto falida!!!

Dessa vez resolvi me organizar e fazer minha wish list... Generosa que sou, vou compartilhá-la com vocês... Inspirem-se! E se quiserem me mandar alguns títulos de presente, estamos aí para isso!

1. O retorno do Jovem Príncipe





O retorno do Jovem Príncipe
Autor: A. G. Roemmers
Editora: Fontanar






Já estava na minha wish list de aniversário, mas como ainda não comprei entra novamente. Porque eu adoro O Pequeno Príncipe e o livro é inspirado nele e porque quero saber quais os "ensinamentos" do príncipe depois de grande!

2. A estrela mais brilhante do céu




A estrela mais brilhante do céu
Autor: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil







Porque eu coleciono Marian Keyes (tenho todos) e simplesmente AMO! É literatura menininha sim, romance engraçadinho com uma pitadinha sexual e a abordagem de algum assunto um pouco mais polêmico, mas como já diria algum sertanejo: "tá afim de um romance compra um livro..."... É o que eu vou fazer!

3. A última carta de amor
  




A última carta de amor
Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrinseca






Porque nessa vibe romântica, gosto de conhecer novos autores e, normalmente, essa literatura romântica estrangeira me inspira (quem vê até acha que eu sou romântica também). Esse lance de carta de amor me lembrou Ps Eu te Amo e eu me apaixonei sem nem saber direito do que se trata a história. Bichinho da curiosidade mordeu, quero ler!

4. Para todos os amores errados





Para todos os amores errados
Autor: Clarissa Corrêa
Editora: Gutenberg






Porque não é só de amor certo que a gente vive, correto? Correto! Aliás, é mais de amor errado mesmo é que eu tenho vivido (assunto para outro post). É uma autora nacional de quem eu tenho ouvido falar bastante, o livro é uma coletânea de crônicas e poemas... Para quem está mais acostumada a ler ficção e de autores estrangeiros, acho que vai ser uma variação interessante do mesmo tema (já citei nesse post que o romance aqui está só no livro mesmo, né?).

5. A emoção das marcas: Conectando marcas às pessoas



A emoção das marcas: Conectando marcas às pessoas
Autor: Marc Gobe
Editora: Negócio Editora







Porque amor não paga as contas e eu tenho que pensar no trabalho também, né? Utilizei esse livro nas minhas pesquisas de monografia e achei muito interessante. Quero tê-lo para estudá-lo melhor. Me interesso muito por esse lance de marca emocional, branding e esse livro traz conceitos bem interessantes que eu quero MUITO ter sempre em mãos.  

6. Vida líquida




Vida Líquida
Autor: Zygmunt Bauman
Editora: Zahar






O livro fala sobre a sociedade contemporânea e a fluidez das relações (de trabalho, amorosas, amizades)... Aborda, ainda, o fato de tudo hoje ter ser descartável... Está categorizado como Ciências Sociais/Sociologia, mas se duvidar serve até como auto-ajuda! Para refletir!

7. Nos bastidores da Disney




Nos bastidores da Disney
Autor: Tom Connellan
Editora: Saraiva






Porque o mundo Disney me fascina desde sempre. Porque o pouco que já ouvi falar sobre a organização empresarial da Disney me fascinou ainda mais. Porque as estratégias utilizadas lá, certamente, devem ser o que se pode considerar excelência de atendimento e fortalecimento de imagem, por isso eu quero aprender como é que se faz!

8. Mainstrean: A guerra global das mídias e das culturas





Mainstream: A guerra global das mídias e das culturas

Autor: Frederic Martel
Editora: Civilização Brasileira





Porque eu muito me interesso por cultura de massa, indústria do entretenimento e adjacentes e, nesse livro, o autor fala como funciona essa indústria no cenário mundial e as explica estratégias para a formatação e difusão de um produto artístico. Achei a cara de tudo o que eu gosto de ler e estudar, portanto quero djá! 

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Curtiram a lista?
Na real eu ainda queria comprar mais um milhão de livros sobre diversos assuntos. Também é real que é bem possível que esqueça essa lista e compre várias coisas diferentes chegando lá... Mas o que vale é a intenção, né? Agora só resta esperar chegar o dia!

Para saber mais sobre a Bienal, acessem: www.bienaldolivrosp.com.br

UPDATE: Ainda me faltam os itens 3, 4 e 5. Sobre todos os outros, já li e gostei bastante! Recomendo a(s) leitura(s)! Ah! E da coleção da Marian Keyes agora me falta o "A mulher que roubou a minha vida"... #ficaadica

terça-feira, 27 de março de 2012

Tenho preguiça de quem não gosta de BBB


Chegará ao fim, essa semana, mais uma edição do Big Brother Brasil, programa que divide o público entre adoradores e críticos ferrenhos. Essa edição, em especial, foi marcada por ainda mais polêmicas, com direito a suspeita de estupro e envolvimento da polícia para eliminação de um brother e sabem o que é que eu acho de tudo isso?

Claro, acertou quem respondeu com o título do post... Tenho preguiça! Tenho preguiça de quem fala que é um programa de massa, puramente fútil e que não tem nada de bom... Tenho preguiça de falso moralista que fala que não assiste BBB, mas que sabe tudo o que rola... Tenho preguiça de falso cult e preguiça de quem ficou fazendo pressão pro suposto estuprador ser eliminado!

Quando falo de preguiça de quem não gosta de BBB, me refiro a uma preguiça geral de quem só sabe criticar as produções culturais e populares brasileiras... Lembram do dia que falei sobre o (mau-)humor  e da discussão sobre o pagode? Então, a dinâmica para mim é mais ou menos a mesma: um monte de gente preconceituosa (ou, simplesmente, falsa... que não tem coragem de dizer que também aprecia uma boa futilidade), criticando algo pelo simples prazer de criticar, sem saber enxergar o lado positivo que aquele produto pode ter.

Recentemente, para a minha monografia, li o livro “Por que os reality shows conquistam audiências?”, que trata sobre o histórico e o papel dos reality shows na sociedade, não apenas brasileira (pois também é muito simplista e hipócrita dizer que a TV brasileira é que é um lixo e se entupir de “porcarias” pela TV a cabo – quanto a isso, aliás, preciso fazer um parênteses curioso: lembro um dia uma amiga que dizia não assistir novela, BBB e esses programas populares todos brasileiros confessando que estava vidrada no “American Idol”, porque, sim, ela também tinha sua parcela de futilidade... Mas aí, eu te pergunto, salvo as proporções dos custos de produção e consecutivamente qualidade de montagem artística da versão americana para a brasileira, “American Idol” e “Ídolos” não são as mesma “porcaria”?), e que age quebrando certo paradigmas e fazendo pensar.

Todo ano, é só o BBB começar para meu e-mail lotar de crônicas que meus tios, já meio velhos coitados e antiquados, coitados, mandam detonando o programa. E ai se eu vou passar o fim de semana na casa de um deles e fico assistindo, a frase recorrente é: “Não sei como você gosta disso, é só pouca vergonha, credo!”... Bocejo. Preguiça.

Gosto. Gosto sim e adoraria ser uma BBB um dia (vamos fazer uma campanha a meu favor?)... Gosto sim e não vejo futilidade apenas. Gosto e são três os motivos principais:

1. Analisar as ações de merchandising, porque sou publicitária e me interesso pela forma como as marcas se expõem no mercado e gosto de pensar nas estratégias: “caramba olha que ação diferente o Guaraná Antártica fez” ou, “olha o Super Bonder, raramente faz propaganda, mas encontrou um jeito legal de mostrar a eficácia do produto”... Muitas vezes o pensamento também é: “nossa, produção, que merchan forçado, hein?” ou “ok, a ideia é animal, mas a criatividade passou dos limites, não é não, Minuano?”. A percepção positiva ou negativa que eu tenho de uma ação, aposto que outras pessoas também tem e repercutem sobre a marca... Ver também os artistas que participam das edições, reforçando o sucesso ou estratégia de carreira de sua marca-artista... Os filmes nacionais que viram cineminha do líder e nada mais são que também um merchan para o lançamento daquela produção... O licenciamento de produtos do BBB... É tanta coisa que é uma delícia essa análise para a publicidade! E, aliás, que delícia o BBB também para os publicitários que trabalham com eventos ou, até mesmo, para os arquitetos decoradores, não é não? O que são aquelas festas? Aquela casa? Ah... Meu interesse é mercadológico!  

2. Entender as ações e relações humanas, porque as pessoas começam o programa de um jeito e depois as alianças, a pressão, o jogo etc. fazem com que elas mostrem outra(s) personalidade(s) e no nosso dia-a-dia vemos isso também, no ambiente de trabalho, entre os amigos e familiares... Talvez de uma maneira mais sutil, visto que ninguém está confinado e, muito menos, sendo vigiado por câmeras 24h, mas todos passamos por isso também... Nós e as pessoas que nos rodeiam... Fora as discussões levantadas na sociedade: o caso da transsexual, da homofobia, da bulimia, a quebra dos preconceitos com determidados tipos humanos...  Meu interesse é psicológico, é sociológico... É humano!

3. Unindo os dois interesses primários, para terminar, entendam que gosto de marcas e de pessoas, assim o que me interessa, também, é ver como as pessoas cuidam da própria imagem. Você, Renatinha, sai pegando geral na balada! Que ótimo, que lindo, muitas mulheres fazem realmente isso; mas será que, na frente de todo mundo (mais do que o Brasil inteiro, que, dane-se não paga suas contas – ou paga, visto os fãs conquistados – ou não – podem ter impacto na sua carreira; penso no seu pai, sua mãe e talvez na sua avózinha mega tradicional), tem necessidade de fazer isso também? E, aliás, vamos fazer o alinhamento desse discurso? Na hora de pegar geral: “I’m sexy and I know it”, mas no dia seguinte incorpora-se a Madalena arrependida e solta um “Nossa amiga, que feio, né, pegamos na primeira festa?”... OI?!?! Beijar quem quer que seja na primeira festa foi a atitude menos chocante que eu vi! Isso para mim é marketing pessoal... Saber alinhar sua personalidade com seu discurso, sendo autêntico e, ainda assim, conquistando a admiração alheia. Renatinha, a mim, não conquistou. Não pela vadiagem em si (afinal, já me disseram um dia que “Deus, deu para dar!”), mas pelo falso moralismo! Vejo que Grazi e Sabrina foram duas coerentes dentro da casa e que mantém essa coerência até hoje... Aliás, são sucesso até hoje. Diego Alemão foi o cara que mais admirei lá dentro e ele conquistou muita gente também. Personal branding. Isso muito me interessa...

E, para finalizar, comentário rápido sobre o caso Daniel: Monique não se sentiu molestada. Acordou no dia seguinte e, muito feliz, cumprimentou o rapaz. Por mais que não se lembrasse dos detalhes da festa (e do amasso), em momento algum reclamou do acontecido... E aí, eu te pergunto, o que o povo de fora tinha que ficar tão revoltado com a situação, se a própria “vítima” não estava se importando com isso? Vamos cuidar cada um de nossa própria vida, meu povo! Não entendo gente que se rebela pela causa alheia... mas isso já é assunto para outro post...

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reflexões sobre a vida e a morte


Por razões que não cabem aqui nesse momento, há algum tempo penso muito nessa questão de vida e morte, encontros e desencontros carnais e espirituais. É estranho como "a única certeza que temos na vida é a morte" (alguém disse alguma vez) e, ainda assim, não estamos preparados para ela e, quando alguém nos deixa, parece que tudo em torno da memória dela ganha um ar solene!

Falar da pessoa torna-se complicado, pesado... Às vezes querer rir, ou simplesmente, sorrir de alguma lembrança que temos dela e não conseguimos. Parece que não temos direito de estarmos seguindo em frente e que ser feliz é errado... Mas não é! Onde quer que a pessoa esteja, ela precisa que nós estejamos bem, com o coração em paz, para poderem seguir suas vidas em outro plano com tranquilidade e segurança.

É difícil sim aceitar a partida de alguém querido, mas temos que acreditar que ela está bem e que, se a morte aconteceu, era porque tinha que acontecer. Acreditar que a pessoa está num lugar bom e rezar... rezar muito para que seu espírito possa evoluir e ficar em paz. 

E a vida de quem fica? Ahh... A vida segue, cheia de lembranças de alguém que não vai voltar tão em breve, mas que, ainda assim, é alguém que não te abandonou por completo, muito pelo contrário, ao contrário do seu corpo físico, o espírito da pessoa que partiu estará com você em todos os momentos, te acompanhando, iluminando e protegendo.
Ainda teria muito mais para falar sobre o assunto e talvez volte a abordá-lo um dia, mas o que motivou esse post mesmo foi um texto que recebi certo dia por e-mail e que me deixou muito emocionada.

Não sou de compartilhar textos de terceiros aqui, ainda mais quando já são conhecidos... Acho clichê! Mas acho, também, que esse vale a pena e por isso quero compartilhar com vocês.

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Se eu morrer antes de você

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor.
Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.

Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.

Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me.
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que pintam.
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.

Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
" Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!"
Aí então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.

Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.
Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.
E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas?
Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...
Pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.

Chico Xavier

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Mais:
Para ler e assistir:

Ambos os títulos estão disponíveis como livro e filme. Aconselho assistir aos filmes e em seguida ler os livros. Sim, sei que o normal é fazer o contrário, mas muitas pessoas se decepcionam com as versões para cinema, assim sendo, vejam os filmes. Emocionem-se, chorem e, depois, leiam os livros e chorem ainda mais.

Para ouvir:

Love in the afternoon - Legião Urbana

Dentre tantas músicas que podem remeter a lembranças da pessoa que partiu, acho essa uma das mais emocionantes. E a mensagem dela é muito boa também: "vai  com os anjos, vai em paz...até a próxima vez!" porque, pelo menos pra mim, é isso aí...

Chore, mas fique em paz, pois a vida não acaba aqui...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ki-Recomenda: O Sabor da Qualidade





O Sabor da Qualidade 
Autor: Subir Chowdhury
Editora Sextante


 




Seguindo a linha do bestseller "O Monge e o Executivo", de James Hunter, o livro de Subir Chowdhury aborda o tema qualidade das operações, através de um texto leve, que conta a história da empresa Dairy Cream, uma fabricante de sorvetes que precisa se reerguer e melhorar suas vendas para não ter as portas fechadas.
 
Buscando fornecer seus produtos para um dos principais revendedores da cidade, o supermercado Natural Foods, o gerente Pete vai ao encontro do alto executivo da empresa Mike, que é também um velho amigo da família.
 
O encontro rende a Pete (e aos leitores) ricos ensinamentos sobre como implantar na empresa uma cultura de excelência e como mantê-la na rotina empresarial. Quais os segredos da Natural Foods para ser uma grande empresa e como tais estratégias podem ser adotadas no B2B da Dairy Cream?
 
Não importa qual o segmento de sua empresa, certamente a leitura de "O Sabor da Qualidade" o ajudará a identificar melhores maneiras de gerir seus negócios, conquistando maior desempenho com base em qualidade.
 
Leitura altamente recomendada!
 
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Encontrei na Internet esse vídeo, que, provavelmente, deve ter feito parte da apresentação de algum trabalho de alunos de faculdade realizado com base no livro. É bem caseiro, mas já uma resumida nos principais tópicos do livro para incentivá-los a comprarem e entenderem tudo direitinho! rsrs

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Estimulando o aprendizado da matemática nas crianças

Sou formada em Comunicação Social. Sou de humanas. Sou um zero à esquerda em operações matemáticas (apesar de esse comentário demonstrar que eu tenho a mínima noção matemática da função de um zero).


Quando era pequena, ganhei da minha tia o livro "O menino que contava com os dedos", de Oscar Guelli (Editora Ática). Ela já sabia das minhas dificuldades matemáticas e da minha aptidão e adoração por leitura e me presenteou. Conclusão, devorei o livro e fiquei amando a técnica que aprendi para resolver a tabuada do nove (confesso que fiquei metida, também... a tabuada do nove era uma das mais difíceis e eu sabia resolvê-la, afinal!).

É complicado na sala de aula, principalmente para crianças, que precisam desenvolver todas as habilidades requeridas no currículo escolar, identificar em que ponto o pequeno tem mais dificuldade.

Eu, por exemplo, apesar de lesadinha com os números, era bastante esforçada, estudava, lia o negócio mil vezes e me virava para resolver os (literalmente) problemas.

No entanto, acho interessante ensinar para a criançada técnicas diferentes, para desenvolverem essas áreas de maior dificuldade. Fora, no caso do livro que a minha tia deu, a importância de se estimular a leitura desde bem pequenos (dica clichê, mas que sempre vale a pena relembrar).

Falado isso, além da dica de livro que já deixei aqui, compartilho agora com vocês um vídeo que recebi certo dia por e-mail: "Como multiplicavam os maias". Ele mostra uma técnica diferenciada para a resolução das famosas "continhas de vezes"... Achei interessante e por isso veio parar aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ki-Recomenda: A Bela Adormecida Acordou




A Bela Adormecida Acordou
Autor: Bruna Gasgon
Editora Jardim dos Livros














Semana passada aconteceu aqui em São Paulo, no Espaço Cultural Montenegro, o lançamento do livro/noite de autógrafos/palestra "A Bela Adormecida Acordou", da publicitária / atriz / coach executiva / produtora e diretora teatral Bruna Gasgon, de quem virei muito fã depois de um curso de expressão verbal e corporal, realizado em 2010 na Cásper.


Além do curso, ter me ensinado um monte de coisas legais, também conheci pessoas especialíssimas (saiba mais no post roubado do Blog da Cy, que eu super #recomendo também) e que ficarão para sempre na minha vida. A "química" entre todos nós foi fantástica e, em apenas um mês, já parecíamos amigos de infância... E o melhor é que essa sinergia não rolou apenas entre nós alunos, mas também com a nossa professora/amiga Bruna, sim, essa mesma cujo currículo já citei ali em cima e que lançou o livro que aqui recomendo.


E, deixando de enrolação, por que eu o recomendo?


Não, não é porque gosto da Bruna, mas sim, é porque acredito em muitas das teorias dela sobre relacionamentos e comportamento humano. Como ela mesma disse no lançamento, esse livro não é apenas para mulheres (apesar de ter sido escrito para elas), os maridos/namorados/amigos devem ler também para que se possa discutir toda a questão de machismo x feminismo, sexualidade, fidelidade, traição...


Antes de conhecer a Bruna eu já tinha algumas opiniões muito peculiares sobre relacionamentos (assuntos para outros posts), mas, depois de conhecê-la, muitas dessas opiniões se firmaram. Várias pessoas me acham radical por tais pensamentos, mas, agora com base no livro, digo que sou "uma bela adormecida acordada" ou quase isso, já que ainda tenho muitos pensamentos ainda 'tradicionais".


Para quem busca uma visão sobre os relacionamentos interpessoais no mundo moderno e para a mulher que quer saber como se posicionar nesse cenário, a leitura é mais que obrigatória. Talvez seja um pouco chocante. Talvez você não concorde com tudo o que ler, mas valerá uma reflexão.



Cris Guarini (cantora), Bruna Gasgon, eu e Janaína Rodrigues (jornalista) no lançamento - Mulheres modernas, chiquérrimas e queridíssimas!!!


Terminei hoje o livro pensando seriamente em comprar um para cada amiga minha, viu.................

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ki-Recomenda: O enigma da Fazenda




O Enigma da Fazenda
Autor:  Vera Lucia Marinzeck
Editora Petit












Li recentemente e fiquei totalmente envolvida. O livro é fininho e dá para acabar rapidinho (em uma semaninha eu já tinha lido tudo), até porque é difícil parar de ler quando é preciso. Ok que muitos torçam o nariz por ser uma leitura espírita, mas vale a pena! Sério!

O "enigma da fazenda" trata da morte misteriosa de um jovem que fora assassinado nos arredores da fazenda (ah vá!) de seu pai. Enquanto muitos pensam que sua morte havia sido causada por um acidente, seu espírito aparece para a sensitiva, Paula, e revela não apenas que foi assassinado, mas também que um novo crime está prestes a acontecer.
Será que as pessoas vão acreditar em Paula? Quem é o assassino? Como fazer para provar toda essa história?

Em meio à tanto mistério, não importa qual é a sua crença, é impossível não se deixar envolver pela história e querer desvendá-la o quanto antes!

Devorei o livro! Devore você também!

Solteira sim, sozinha não

Na semana em que se comemorou o Dia do Solteiro, um questionamento a cerca das relações entre homens e mulheres vem à tona: por que, hoje em dia, as pessoas optam por serem solteiras ou manterem “relacionamentos abertos”?

O sonho de subir ao altar e constituir família parece cada vez mais distante para as mulheres contemporâneas. A vontade de construir uma carreira sólida, a possibilidade de ser mais independente ou, simplesmente, a impossibilidade de encontrar alguém com quem se possa manter um compromisso, faz com que muitas jovens escolham se relacionar apenas sexualmente com seus “amigos”.

Não existe exclusividade nem cobranças, os casais se limitam a se encontrarem esporadicamente e praticarem sexo sem compromisso. Em alguns casos, apesar de um comprometimento maior entre as partes, homem e mulher vivem em casas separadas e tem ideias mais flexíveis sobre o que configura uma traição.

Para os casais “modernos”, a união se dá pela compatibilidade entre as partes, no entanto, o sexo com terceiros é tido como aceitável, visto que se acredita em diferentes formas de amor, que vão desde a simples atração física até esse amor livre, que respeita a individualidade e desejos carnais do outro (mesmo que com outra pessoa).

Apesar do não sexismo pregado hoje em nossa sociedade, é sabido que ainda muitas pessoas tem uma imagem negativa sobre as mulheres que elegem esse tipo de vida. Mesmo que os relacionamentos abertos sejam cada vez mais comuns, há quem se escandalize com uma mulher que prefere não ter filhos, seja por vocação ou por, simplesmente, preferir dedicar-se à carreira, ou que toma a atitude na hora de se iniciar um relacionamento.

Em seu livro “A Bela Adormecida Acordou”, a publicitária, atriz, coach executiva, produtora e diretora teatral, Bruna Gasgon, aborda o tema de maneira bastante humorada. Na publicação, a autora fala sobre como as mulheres, apesar de terem conquistado tantas igualdades de direitos perante a sociedade, ainda se sentem amarradas a preconceitos em relação a essa questão de relacionamentos e mesmo da postura feminina no cenário atual.

Manter um relacionamento aberto requer prévio acordo entre o casal, que precisa ter pensamentos semelhantes sobre o que procuram e esperam da vida a dois. O ciúme deve ser descartado da relação e a confiança mútua.

Para encarar um relacionamento aberto é necessário ter também a mente aberta para não se prender e sofrer com as particularidades que estão incluídas nesse tipo de experiência. É importante não nutrir expectativas nem fazer planos que podem acabar frustrados. Na entressafra dos relacionamentos, manter sempre por perto um “amigo colorido” pode ser uma ótima opção para espantar a solidão.

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Agosto/2011