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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Camphill Worldwide - Programa de Voluntariado Internacional


Contei lá no canal do youtube sobre o livro que eu e minhas amigas demos para a Pri que foi morar na Irlanda, mas, como o programa que ela está participando é bem interessante, resolvi compartilhar aqui com vocês um pouquinho sobre ele também.

A Pri é formada em psicologia e, depois da faculdade, ela resolveu que queria ter uma experiência diferente e descobriu na internet um programa de trabalho voluntário internacional chamado Camphill, onde as pessoas se candidatam para trabalhar em comunidades de pessoas deficientes ao redor do mundo.

O programa é aberto para todas as pessoas, ou seja, não é necessário ter uma formação como a dela (que no caso foi um plus que veio MUITO a calhar), e eles têm campus não só na Irlanda, mas também na Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Índia, França, Alemanha e mais uma porção de lugares.

Vou contar o que a Pri nos contou do programa dela, na cidade de Callan, não sei se é igual em todas as unidades: o Camphill são comunidades que abrigam pessoas com necessidades especiais (esquizofrênicos, autistas, pessoas com down, cadeirantes etc.); essas pessoas moram em casas nessas comunidades e e, junto com eles, moram os voluntários de todo o mundo que ajudam no cuidado dos internos, nas oficinas realizadas e na manutenção da casa. No Camphill de Callan a Pri vai lidar com adultos, mas existem também comunidades para crianças e idosos.  

O voluntário mora na comunidade, portanto não existe despesa de hospedagem ou alimentação. Além disso, pelo menos no caso da Pri, vai rolar uma ajuda de custo de 50 libras por mês. É bem pouco, mas já ajuda para comprar alguma coisa ou sair num dia de folga: eles têm 1 folga por semana e o programa tem no mínimo 9 meses.

Quem se interessar, pode acessar o site do programa e escolher qual a região que acha mais interessante atuar: http://camphill.net/ 

Ah, é claro, existe todo um formulário e entrevista de admissão antes de realmente poder integrar o Camphill, mas aparentemente não é nada mais complicado do que qualquer outro intercâmbio. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Aula de francês com refugiados em São Paulo



Contei no meu vídeo do youtube sobre as aulas de francês que estou fazendo e agora estou aproveitando para vir aqui para contar um pouco mais sobre a instituição onde estou estudando.

As aulas são no BibliASPA, que é um centro de pesquisa dos países da América do Sul, África e Árabes. Ele fica localizado próximo ao metrô Marechal Deodoro e, além de dar aulas de português e apoio para os refugiados que vêm para o Brasil, eles dão cursos de línguas para brasileiros com um valor bem mais em conta. 

Tem aulas de inglês, espanhol, francês e língua árabe e, como eles dão apoio aos refugiados, eles também precisam de doações e voluntários quando participam de eventos, por exemplo, então vale a pena entrar em contato com eles também para saber como ajudar.

O site é o: https://bibliaspa.org/ e eles têm página no facebook também para saber mais sobre o trabalho ou ficar por dentro das datas dos cursos.

E só falando mais um pouco sobre minha experiência lá:

Pelo menos na aula de francês com o professor marroquino Yougue, está sendo bem legal porque, como ele não fala muito português também, ele foca em falar tudo em francês só que devagar e aí, assim, a gente vai se adaptando com a língua. É puxado, a cabeça até dói no fim de cada aula, mas vale a pena. Às vezes ele fala um monte e eu só entendo uma ou outra palavra, mas não é que, por incrível que pareça, dá para captar a mensagem?

Acho que isso se dá muito pelo fato de tanto português quanto francês serem línguas latinas, então têm algumas semelhanças e, se por um lado isso ajuda, por outro atrapalha um pouco, porque rola uma confusão de como pronunciar as palavras (confundo com espanhol também).

Como falei no vídeo, estou focando mais em conversação mesmo e é bom isso de fazer com alguém nativo, porque ele dá várias dicas de pronúncia. Além disso, nas minhas aulas estou tendo um pouco de cultura árabe também, então aprendo sobre o Marrocos e, a partir das curiosidades que o professor conta do país dele, a gente aprende vocabulário também.

Legal, né?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Wish list - Bienal do Livro SP


Entre os dias 09 a 19 de agosto vai rolar a Bienal do Livro em São Paulo. Frequentadora assídua, de dois em dois anos vou ao Anhembi, fico enlouquecida querendo TUDO e volto falida!!!

Dessa vez resolvi me organizar e fazer minha wish list... Generosa que sou, vou compartilhá-la com vocês... Inspirem-se! E se quiserem me mandar alguns títulos de presente, estamos aí para isso!

1. O retorno do Jovem Príncipe





O retorno do Jovem Príncipe
Autor: A. G. Roemmers
Editora: Fontanar






Já estava na minha wish list de aniversário, mas como ainda não comprei entra novamente. Porque eu adoro O Pequeno Príncipe e o livro é inspirado nele e porque quero saber quais os "ensinamentos" do príncipe depois de grande!

2. A estrela mais brilhante do céu




A estrela mais brilhante do céu
Autor: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil







Porque eu coleciono Marian Keyes (tenho todos) e simplesmente AMO! É literatura menininha sim, romance engraçadinho com uma pitadinha sexual e a abordagem de algum assunto um pouco mais polêmico, mas como já diria algum sertanejo: "tá afim de um romance compra um livro..."... É o que eu vou fazer!

3. A última carta de amor
  




A última carta de amor
Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrinseca






Porque nessa vibe romântica, gosto de conhecer novos autores e, normalmente, essa literatura romântica estrangeira me inspira (quem vê até acha que eu sou romântica também). Esse lance de carta de amor me lembrou Ps Eu te Amo e eu me apaixonei sem nem saber direito do que se trata a história. Bichinho da curiosidade mordeu, quero ler!

4. Para todos os amores errados





Para todos os amores errados
Autor: Clarissa Corrêa
Editora: Gutenberg






Porque não é só de amor certo que a gente vive, correto? Correto! Aliás, é mais de amor errado mesmo é que eu tenho vivido (assunto para outro post). É uma autora nacional de quem eu tenho ouvido falar bastante, o livro é uma coletânea de crônicas e poemas... Para quem está mais acostumada a ler ficção e de autores estrangeiros, acho que vai ser uma variação interessante do mesmo tema (já citei nesse post que o romance aqui está só no livro mesmo, né?).

5. A emoção das marcas: Conectando marcas às pessoas



A emoção das marcas: Conectando marcas às pessoas
Autor: Marc Gobe
Editora: Negócio Editora







Porque amor não paga as contas e eu tenho que pensar no trabalho também, né? Utilizei esse livro nas minhas pesquisas de monografia e achei muito interessante. Quero tê-lo para estudá-lo melhor. Me interesso muito por esse lance de marca emocional, branding e esse livro traz conceitos bem interessantes que eu quero MUITO ter sempre em mãos.  

6. Vida líquida




Vida Líquida
Autor: Zygmunt Bauman
Editora: Zahar






O livro fala sobre a sociedade contemporânea e a fluidez das relações (de trabalho, amorosas, amizades)... Aborda, ainda, o fato de tudo hoje ter ser descartável... Está categorizado como Ciências Sociais/Sociologia, mas se duvidar serve até como auto-ajuda! Para refletir!

7. Nos bastidores da Disney




Nos bastidores da Disney
Autor: Tom Connellan
Editora: Saraiva






Porque o mundo Disney me fascina desde sempre. Porque o pouco que já ouvi falar sobre a organização empresarial da Disney me fascinou ainda mais. Porque as estratégias utilizadas lá, certamente, devem ser o que se pode considerar excelência de atendimento e fortalecimento de imagem, por isso eu quero aprender como é que se faz!

8. Mainstrean: A guerra global das mídias e das culturas





Mainstream: A guerra global das mídias e das culturas

Autor: Frederic Martel
Editora: Civilização Brasileira





Porque eu muito me interesso por cultura de massa, indústria do entretenimento e adjacentes e, nesse livro, o autor fala como funciona essa indústria no cenário mundial e as explica estratégias para a formatação e difusão de um produto artístico. Achei a cara de tudo o que eu gosto de ler e estudar, portanto quero djá! 

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Curtiram a lista?
Na real eu ainda queria comprar mais um milhão de livros sobre diversos assuntos. Também é real que é bem possível que esqueça essa lista e compre várias coisas diferentes chegando lá... Mas o que vale é a intenção, né? Agora só resta esperar chegar o dia!

Para saber mais sobre a Bienal, acessem: www.bienaldolivrosp.com.br

UPDATE: Ainda me faltam os itens 3, 4 e 5. Sobre todos os outros, já li e gostei bastante! Recomendo a(s) leitura(s)! Ah! E da coleção da Marian Keyes agora me falta o "A mulher que roubou a minha vida"... #ficaadica

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ki-Recomenda: O Sabor da Qualidade





O Sabor da Qualidade 
Autor: Subir Chowdhury
Editora Sextante


 




Seguindo a linha do bestseller "O Monge e o Executivo", de James Hunter, o livro de Subir Chowdhury aborda o tema qualidade das operações, através de um texto leve, que conta a história da empresa Dairy Cream, uma fabricante de sorvetes que precisa se reerguer e melhorar suas vendas para não ter as portas fechadas.
 
Buscando fornecer seus produtos para um dos principais revendedores da cidade, o supermercado Natural Foods, o gerente Pete vai ao encontro do alto executivo da empresa Mike, que é também um velho amigo da família.
 
O encontro rende a Pete (e aos leitores) ricos ensinamentos sobre como implantar na empresa uma cultura de excelência e como mantê-la na rotina empresarial. Quais os segredos da Natural Foods para ser uma grande empresa e como tais estratégias podem ser adotadas no B2B da Dairy Cream?
 
Não importa qual o segmento de sua empresa, certamente a leitura de "O Sabor da Qualidade" o ajudará a identificar melhores maneiras de gerir seus negócios, conquistando maior desempenho com base em qualidade.
 
Leitura altamente recomendada!
 
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Encontrei na Internet esse vídeo, que, provavelmente, deve ter feito parte da apresentação de algum trabalho de alunos de faculdade realizado com base no livro. É bem caseiro, mas já uma resumida nos principais tópicos do livro para incentivá-los a comprarem e entenderem tudo direitinho! rsrs

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Estimulando o aprendizado da matemática nas crianças

Sou formada em Comunicação Social. Sou de humanas. Sou um zero à esquerda em operações matemáticas (apesar de esse comentário demonstrar que eu tenho a mínima noção matemática da função de um zero).


Quando era pequena, ganhei da minha tia o livro "O menino que contava com os dedos", de Oscar Guelli (Editora Ática). Ela já sabia das minhas dificuldades matemáticas e da minha aptidão e adoração por leitura e me presenteou. Conclusão, devorei o livro e fiquei amando a técnica que aprendi para resolver a tabuada do nove (confesso que fiquei metida, também... a tabuada do nove era uma das mais difíceis e eu sabia resolvê-la, afinal!).

É complicado na sala de aula, principalmente para crianças, que precisam desenvolver todas as habilidades requeridas no currículo escolar, identificar em que ponto o pequeno tem mais dificuldade.

Eu, por exemplo, apesar de lesadinha com os números, era bastante esforçada, estudava, lia o negócio mil vezes e me virava para resolver os (literalmente) problemas.

No entanto, acho interessante ensinar para a criançada técnicas diferentes, para desenvolverem essas áreas de maior dificuldade. Fora, no caso do livro que a minha tia deu, a importância de se estimular a leitura desde bem pequenos (dica clichê, mas que sempre vale a pena relembrar).

Falado isso, além da dica de livro que já deixei aqui, compartilho agora com vocês um vídeo que recebi certo dia por e-mail: "Como multiplicavam os maias". Ele mostra uma técnica diferenciada para a resolução das famosas "continhas de vezes"... Achei interessante e por isso veio parar aqui.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A ignorância é uma benção

Recentemente descobri esse ditado (?) e vi como ele se encaixava nas mais diversas situações da vida. Pensando nele algumas vezes até me pergunto "Mãaaaeeee!!! POR QUE VOCÊ ME DEU EDUCAÇÃO?!?!?!".

Vamos aos fatos: quanto mais você sabe, mais você se tortura para alcançar o melhor para você, para dar o seu melhor no que faz e acaba cobrando isso dos outros também. Exemplos?

- Minha mãe me ensinou a ser educada, cortês, gentil com as pessoas e, acima de tudo, honesta, sincera. Eu levo bronca dela se não dou bom dia para o porteiro do meu prédio... Sério! E tipo assim, tem que ser um "bom dia" audível e simpático, qualquer coisa diferente disso é motivo para reclamação. No entanto, é muito comum eu ver por aí situações em que as pessoas são estúpidas com outras (especialmente - e por que será? - com pessoas em cargos inferiores), mentindo descaradamente, sendo falsas amigas, tentando puxar o tapete dos outros... Minha reação diante de tudo isso? Tenho medo. De verdade! Tenho medo, fico indignada, fico com nojo, fico desmotivada, fico com raiva...

- Venho de uma família de classe média. Nunca passei dificuldade, mas também nunca nadei no dinheiro e, o que minha mãe sempre falou era que me deixaria a educação como herança. Assim que tive oportunidade fui para uma escola particular, fiz aulas de inglês e espanhol... Normal... Tive oportunidade, obrigada Deus, não estou me gabando disso. Entendo que muitas pessoas não tem condições e acho, apesar de triste, normal também. Agora, uma coisa que me deixa DE CARA é ver gente que tem condições, que você conhece a história da pessoa, que sabe que grana para ir numa aula de inglês, para conhecer, sei lá, o Teatro Abril, que é uma mega referência aqui em São Paulo... sei lá... investir em cultura mesmo, sabe? Educação! Faz o que com tanto dinheiro que tem?  Será que não pensa no futuro? Será que eu é que tenho uma cabecinha de classe média e não entendo o universo desse povo? Não sei, só sei que não entendo! Fico indignada ao perceber que, mesmo sem nunca ter viajado para fora do país, falo mais inglês do que gente que vai todo ano fazer compras nos EUA, fico mesmo!

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A ignorância também é uma benção sob outras perspectivas mais simples, como:


- Você chega numa festa, vê o cara super bonzinho, namorado pra casar, todo babando a namorada, quase que beijando a unha encravada dela pra demonstrar seu amor sincero; mas aí você se lembra daquela outra festa, em que ele estava sozinho e dando mega em cima da sua melhor amiga. Nesse momento, a única coisa que você pede a Deus é: "mantenha a ignorância dessa namorada coitada para os fatos"...


- E quando você sai na rua e vislumbra uma coisa assim:




- Tchucaaaaa!!! Flor no cabelo pode até ser moda, assim como oncinha e pérola, mas, peraí: QUE PORRA É ESSA?!?!?!


A ignorância é uma benção! Sério! A pessoa saiu assim se sentindo linda, última tendência de moda e "azamigas" viram essa fofa na "night" e também amaram, mas, como leio o mínimo que seja sobre moda, como eu tenho bom senso, bom gosto e conheço o que é uma tiara casquete bonita de verdade, sinto vergonha vergonha alheia por isso, desculpa! Quisera eu manter minha ignorância e conseguir abstrair, saindo na rua sem pensar na opinião alheia.


- E quando você conhece TODOS os participantes de "A Fazenda"? Se duvidar consegue até descrever dois ou três trabalhos que eles já fizeram. Futilidade nível A++++!!! Eu admito minha futilidade, mas também acho digno quando alguém brisa e não sabe quem são essas pessoas "xpto" escolhidas para o "elenco", quando dou o currículo das "celebridades" aposto que o pensamento da pessoa que me questionou anteriormente é muito semelhante ao título desse post.


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Reflexão feita por Karla Ikeda. Luta contra a própria ignorância, apesar de, algumas vezes se arrepender disso.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vestibular o kct! Eu queria era ser cheerleader!

Gosto muito de séries e filmes americanos e, talvez por algum tipo de Síndrome de Peter Pan, me sinto envolvida quando essas séries e filmes mostram o ambiente de High School, o chamado Ensino Médio ou “Colegial” brasileiro. E é impossível evitar comparações. E, quer saber? Eu queria ser uma Cheerleader! 

Vamos aos fatos:
Ponto 1.
Nos EUA os jovens tiram carteira de motorista aos 16 anos e logo já ganham seu primeiro carro, mesmo que um carrinho meia boca só para ir para a escola mesmo (que eu tenho a impressão de que sempre é longe da casa do tal estudante) e, junto com ele, uma independência maior. Longe de mim dizer que o adolescente brasileiro é santinho, não conhece balada, bebida e sexo! Muito pelo contrário! Se deixar tem menininha aí de 12 anos dando mais que chuchu na cerca, mas eu, particularmente, fui nerdinha e queria te conhecido essa independência antes da faculdade.

Ponto 2.
As aulas da High School são em período quase integral e, ao que parece, cada turma, mesmo que do mesmo ano, tem uma grade curricular diferente, fora isso, tem as atividades complementares que contam pontos para você entrar na faculdade. Aqui, no Brasil, a maior parte dos colegiais tem como principal preocupação o vestibular. Vão para a escola de manhã (à tarde ou a noite), enchem (ou não) seus fichários de anotações sobre física, química, biologia, matemática, história, geografia, desenho geométrico, gramática e literatura e focam naquilo para depois decidirem suas vidas em 4 horas de prova. Que ridículo!!!

Ponto 3.
O lance das atividades complementares dos alunos americanos... Acho fantástico!!! Para entrar na faculdade, os “recrutadores” olham todo o seu histórico escolar: esportes que praticou, projetos sociais de que fez parte,  aulas de instrumentos musicais/canto/dança/teatro que fez, grupos de estudo de que participou... sei lá! Só sei que olham tudo o que você fez na sua vida escolar, o que é ótimo, né? Não fiz nada na escola, até das aulas de Educação Física eu fugia, mas, mesmo que tivesse feito isso não ia contar para o vestibular anyway! Fiz inglês e espanhol fora da escola, fiz até um curso de Web Designer (isso até que foi na escola), mas o que contou na minha pontuação da (FUDESTFUVEST?!?!?!?! NADA!!! E para que eu uso os ensinamentos de física e química que caíram no vestibular, aliás, no vestibular da USP, porque a minha querida Cásper Libero, teve o bom senso de eliminar essas matérias da prova, já sabendo que me serviriam para N-A-D-A, nada!  
Tem gente que diz que o modelo de vestibular está “falido”, mas que, infelizmente, ainda é a melhor maneira de se selecionar os estudantes para as (poucas) vagas nas faculdades públicas, mas eu sugiro outro modelo. E se investíssemos nas escolas de ensino fundamental e médio, o governo fizesse parcerias com as faculdades privadas e adotássemos um modelo semelhante ao americano?

Ok! Talvez eu esteja vendo tudo de forma muito superficial e simplista, mas que eu preferia ter estudado/vivido nesse modelo, ahhh eu queria! Seria muito mais comprometida com atividades extracurriculares e, consecutivamente, aprenderia coisas que me interessariam e que seriam muito mais úteis hoje em dia. Chegando à faculdade estaria mais madura e não estranharia o ritmo diferente como algumas vezes estranhei, nem me perderia como já vi muitos por aí se perderem (se é que o universitários e ex-universitários aqui me entendem)... Quem sabe não seja esse o caminho?
Fora isso, já disse! Eu ia querer ser cheerleader!!!